Detalhes do Projeto


Nome Distribuição da comunidade de palmeiras no gradiente altitudinal da Floresta Atlântica na região nordeste do estado de São Paulo   Projeto FAPESP
Website http://tinyurl.com/unitau-biota-001
Data de Vigência 01/04/2002 - 30/03/2005
Equipe Coordenadora: Dra. Simey Thury Vieira Fisch

Equipe:
Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes
Dr. Serafim Daniel Ballestero
Dr. Gilberto Fernado Fisch
Maria Cecília Barbosa de Toledo
Elisa M. Ayoama
Acadêmicos de Biologia e Agronomia

Equipe colaboradora:
Dr. Waldir Mantovani - USP, Departamento de Ecologia Geral
Dra. Margarida M.F. de Melo - Instituto de Botânica, IBT - SP
Dra. Rejan Guedes Bruni - Inst. de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Hélio Queiroz Boudet Fernandez - Museu de Biologia Prof. Mello Leitão - Sta Teresa (ES)
João Paulo Villani - Instituto Florestal (Núcleo Santa Virgínia)
Alcinéia Guimarães de Castro - Instituto Florestal (Estação Ecológica de Bananal)
José Luis de Carvalho - Instituto Florestal (Viveiro Florestal de Taubaté)

Instituições Participantes Dep. de Biologia da Universidade de Taubaté - UNITAU
Bioma Atlântica, região nordeste do Estado de São Paulo (Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Picinguaba)
Resumo Embora a Floresta Atlântica esteja melhor preservada em áreas montanhosas, as alterações que o gradiente altitudinal provoca na vegetação vêm sendo pouco enfocadas nos estudos realizados nesse bioma. A elevação tem sido apontada como responsável pelo declínio da diversidade de palmeiras e pela abundância de uma ou poucas espécies em altitudes intermediárias. Baseado nestas premissas, este projeto tem por objetivo principal correlacionar a ocorrência de palmeiras com o fator altitude na Floresta Atlântica do nordeste do Estado de São Paulo. Os estudos serão desenvolvidos nas Unidades de Conservação do Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Picinguaba), cujas formações florestais ocorrem em altitudes que variam de 0 a 1900 m. Nestes locais serão realizadas amostragens ao longo do gradiente (0 m - nível do mar, 100, 200, 400, 600 e 850m). Serão feitas avaliações morfométricas, coletadas as palmeiras existentes e o meio físico de cada unidade amostral será caracterizado. O projeto contará com uma equipe multidisciplinar da Universidade de Taubaté (acadêmicos e professores) e com a colaboração de pesquisadores de Instituições de Pesquisa (Inst. Florestal (SP), Inst. de Botânica (SP), Museu Prof. Mello Leitão (ES), Inst. Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RJ)).
Produtos Esperados
  • Informações detalhadas sobre ocorrência e distribuição de palmeiras no gradiente altitudinal e características pedológicas.
  • Dados sobre mudanças morfológicas das espécies devido à elevação.
  • Dados detalhados sobre biodiversidade de palmeiras na Mata Atlântica na região nordeste de São Paulo.
  • Incorporação dos dados no banco de dados do Programa BIOTA/FAPESP.
  • Geo-referenciamento todos os dados obtidos.
  • Elaboração de um guia de identificação de palmeiras em cd-rom
Palavras-Chave altitude, floresta de encosta, floresta montana, mata atlântica, palmeiras, planície costeira
Coletas 12
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